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A edificação de um Portugal 2.0 pressupõe condições:
Estabelecimento de uma coligação impulsionadora de mudança, sustentada na sociedade civil.
O planeamento e implementação de projectos subordinados a cada uma das linhas de orientação propostas e conducentes à concretização de um novo modelo de desenvolvimento para Portugal exige uma coligação forte, capaz de lutar pela eliminação de obstáculos, obter vitórias de curto prazo e ancorar a mudança numa cultura de desenvolvimento e progresso.
A compatibilização de um modelo agregador e de um conjunto de abordagens sectoriais nele integradas.
A adopção de uma prática sistemática de realização de benchmarks, que permitam situar Portugal com os melhores.
Trata-se de um posicionamento de ruptura, num país que habitualmente se satisfaz em comparar-se com a média.
Financiamento do Portugal 2.0
Sem financiamento ou com um financiamento limitado, nenhum projecto poderá desenvolver-se e dar frutos.
Portugal confronta-se, actualmente, com um ciclo vicioso: um modelo de desenvolvimento ultrapassado e incompatível com os constrangimentos financeiros aos quais temos que nos submeter.
O financiamento do Portugal 2.0 será assim objecto de uma reflexão estratégica tendo em conta as realidades e os compromissos assumidos.
Portugal 2.0 - uma visão humanista para o século XXI
A procura de compromissos humanistas entre o presente e o futuro, a eficácia e a justiça social, torna imprescindível um conjunto de valores e princípios que constituam uma base sobre a qual deve alicerçar-se o Portugal 2.0.
Áreas sociais de grande relevância como a Cultura, a Educação e a Aprendizagem ao longo da vida, a Família, a Saúde, a Assistência Social, o Trabalho, a Segurança Social, a Vida Espiritual, a Justiça, o Sistema político, a Demografia, a Segurança e Defesa serão objecto de tratamento pragmático, respeitando o funcionamento dos sistemas que lhe estão subjacentes numa perspectiva integradora.

O Portugal 2.0 é uma parte do puzzle...
Num universo evolutivo que reclama uma linguagem nova e cumprindo os fundamentos éticos da democracia, propõe-se a criação de uma coligação impulsionadora, capaz de fazer de todos os portugueses cidadãos participantes e responsáveis: a Democracia Aberta associação cívica.
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